SEJA BEM-VINDO AO SITE DO MOVIMENTO PARA A PAZ E A DEMOCRACIA EM ANGOLA


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Informações

le 01/06/2007 à 22:44 :
COMUNICADO - A Exclusão de Diaspora para JES Desde o inicio do problematico de exclusão dos angolanos de diaspora nas famadas e incrediveis eleições em Angola, uma coligação partidaria para as eleições manifesta a sua preocupação e avisa boicootar um pleito que exclui a emigração angolana. A advertência veio ao lado da "Nova Democracia- União Eleitoral", uma plataforma de uma dezena de jovens formações que exteriorizou a sua posição em conferência de imprensa realizada em Luanda. Na semana passada, num balanço preliminar do registo dos eleitores em curso desde 15 de Novembro de 2006, o coordenador da Comissão Internacional para as Eleições (CIPE) e ministro da Administração do Territorio, Virgilio de Fontes Pereira, defendeu a falta de condições para a realização da operação no exterior do pais, deixando de fora a diaspora dos seus compatriotas. Uma razão que serviu de pretexto, pela parte dos camadas, fieis conservadores do leninismo. "Se esta questão persistir, não estaremos interessados em participar num processo de eleições que de facto excluam angolanos no exterior", reagiu o coordenador da coligação, o Sr Quintinho Moreira. No seu ponto de vista, se não ha condições, estas devem ser criadas, acrescentou o Sr coordenador na entrevista que teve com a imprensa. Sr Moreira recordou-se da verba de 350 milhões de dolares, anunciada pelo presidente da republica ha coisa de dois anos para o posto das eleições. Agora disse na integra este lider, que o governo não vai vir com a tese segundo a qual que não ha condições para organizar o registo eleitoral no exterior. Soubemos e conhecemos perfeitamente os camaradas e a sua ca-politica
le 01/06/2007 à 03:02 :
COMUNIQUE- LA MANIFESTATION DES ANGOLAIS ET D'AMIS D'ANGOLA CONTRE LA DEGRADATION, LA CORRUPTION, LA PAUVRETE ET L'EXTERMINATION DE NOTRE PEUPLE PAR JOSE EDUARDO DOS SANTOS AURA LIEU SAMEDI LE 30 JUIN 2007 APARTIR DE 10H30 A 15H00 AUPRES DE L'UNION EUROPEENNE, QUI SERA MARQUEE PAR UNE CONFERENCE DE PRESSE QUI DEBUTERA APARTIR DE 10H30 A L'IPC-INTERNATIONALE PRESSE CENTRE A BRUXELLES. VENEZ NOMBREUX ET INVITEZ LES AMIS D'AUTRES NATIONALITES. ENSEMBLE NOUS ECRASERONS L'ENNEMI VIVE L'UNITE, VIVE LA LIBERTE, VIVE LA DEMOCRATIE ET QUE VIVE L'ANGOLA UNIE
le 01/06/2007 à 02:50 :
COMUNICADO - A MANIFESTACÃO DOS ANGOLANOS E AMIGOS DE ANGOLA CONTRA A DEGRADACÃO, A CORRUPCÃO E A EXTERMINACÃO DO NOSSO POVO, PARA JES, TERA LUGAR NO SABADO DIA 30 DE JUNHO DE 2007 DAS 10H30 ATE AS 15H00 JUNTO O EDIFICIO DE UNIÃO EUROPEIA EM BRUXELAS. CUJA A MESMA SERA MARCADA PARA UMA CONFERËNCIA DE IMPRENSA CUJAM AS DECLARACÕES SERÃO FEITAS PARA OS LIDERES E REPRESENTANTES DOS PARTIDOS POLITICOS DA OPOSICÃO ANGOLANA EM BRUXELAS; VËM A TEMPO, E TRAS CONSIGO TODOS OS SEUS AMIGOS; VIVA A UNIÃO NACIONAL, VIVA A LIBERDADE, VIVA A PAZ E VIVA ANGOLA DE TODOS ANGOLANOS.
le 28/05/2007 à 03:15 :
O 27 DE MAIO DE 1977 Ontém comemorou-se os 30 anos desde o 27 de Maio de 1977, onde muitos filhos desta Patria fieis a mudança e a liberdade de Angola encontrada pelas mãos dos comunistas Mpelistas de Luanda, fazendo de tal maneira 82.000 mortos neste circo. Para uns foi uma tentativa de golpe de Estado, para outros um contra-golpe, os sobreviventes ainda procuram juntar pedaços da Historia, em nome das vitimas. Varios sobreviventes contaram à imprensa as suas experiências e dizem que não procuram saber a verdade, porque essa jà a conhecem, mas apenas apurar o que aconteceu aos milhares de desaparecidos apos o 27 de Maio. Ha 30 anos, Nito Alves, então ministro da Administração Interna sob a presidência de Agostinho Neto, liderou uma manifestação para protestar contra o rumo que o movimento popular de Libertação de Angola (MPLA) estava a tomar. Segundo José Reis, José Fuso e Jorge Fernandes, que contaram aà imprensa as suas experiências depois de ter sido detidos por serem considerados "fraccionistas", Nito Alves pretendia apenas "cumprir escrupulosamente os estatutos do movimento" e seguir "a orientação marxista-leninista adoptada pelo MPLA". Na versão oficial, através de uma declaração do Bureau Politico do MPLA, divulgada a 12 de Julho de 1977, o 27 de Maio foi uma "tentativa de golpe de Estado" por parte de "fraccionistas" do Movimento, cujos principais "cérebros" foram NitoAlves e José Van-Dunem. Nito Alves e José Van-dunem tinham sido formalmente acusados de fraccionismo em Outubro de 1976. Os visados propuseram a criação de uma comissão de inquérito , que foi liderada pelo actual Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, para averiguar se havia ou não fraccionismo no seio do partido. As conclusões desta comissão nunca foram divulgadas publicamente e Nito Alves nunca tera sido ouvido. Decide então escrever "13 teses em minha defesa", que, segundo os seus apoiantes da altura, não teve oportunidade de apresentar porque foi, juntamente com José Van-Dunem, expulso do comité central do movimento, a 21 de Maio de 1977. Os apoiantes de Nito Alves consideravam que o golpe jà estava a ser feito por uma ala maoista do partido, liderado pelo secretàario administrativo do movimento, Lucio Lara, e que terà instrumentalizado os principais centros de decisão do partido e od media, em especial o Jornal de Angola, pelo que consideraram que a manifestação convocada por Nito Alves foi "um contra-golpe". Golpe ou contra-golpe, a repressão que se seguiu aos 27 de Maio contra os chamados fraccionistas teve graves consequências na sociedade angolana pelo numero de mortos e detidos, mas também no seio do proprio MPLA, que perdeu muitos seus quadros jovens militantes. Ninguém sabe ao certo quantas pessoas morreram. Os numeros são tão dispares, que vão desde 4.000 a 82.000, dependendo das fontes. Em Abril de 1992, o governo reconhece que foram "julgados, condenados e executados" os principais "mentores e autores da intentona fraccionista", que clarificou como "uma acção militar de grande envergadura" que tinha por objectivo "a tomada do poder pela força e a destituição do presidente (Agostinho Neto)". Entre os 11 nomes dos responsaveis, divulgados pelo governo, estavam Nito Alves, José Van-Dunem, e a sua mulher Sita Valles, militante da União dos Estudantes Comunistas (UEC) em Portugal e que passou a militar no MPLA em meados de 1975. Os seus corpos, bem como os dos restantes, nunca foram entregues as familias, nem emitidas certidões de obito. A Fundação 27 de Maio, criada em 2001 em Luanda, exige que o governo revele o que aconteceu aos milhares de pessoas que desapareceram para, pelo menos, "terem um enterro condigno", disse à imprensa o Presidente da Fundação, Silva Mateus, que também esteve detido dois anos por acusação de envolvimento no 27 de Maio. Esta fundação entregou hà dois anos uma queixa por genocidio no Tribunal Penal Internacional (TPI) contra os Estado angolano e cubano, "mas até hoje não houve qualquer resposta". Em declarações à Imprensa, um colaborador da embaixada de portugal em Luanda na altura, que pediu para não ser identificado, afirmou que a embaixada "tentou salvar todas as pessoas implicadas" e reconheceu que "havia muitos portugueses envolvidos". No entanto, acrescenta a fonte, a posição das autoridades angolanas de então era que "quem fosse angolano não seria libertado". "Havia muitos que eram luso-angolanos, mas que recusaram assumir a nacionalidade portuguesa" e, por isso, sofreram as consequências. "Demos toda a protecção possivel aos portugueses. Até cheguei a ir buscar no meu carro pessoas que estavam com medo e levei-as para minha casa", disse a fonte. Questionado sobre se houve portugueses mortos na sequência do 27 de Maio, o colaborador de então respondeu que não sabe, acrescentando, no entanto, que "morreu muita gente na altura". Sobre a decisão de Agostinho Neto de expulsar os portugueses, afonte disse que se tratou de "um mal menor". Mais valia sair do que ficar, ser preso e ser morto", disse. A mesma fonte acrescentou que a embaixada tentou interceder por Sita Valles, mas esta "não quis reivindicar a nacionalidade portuguesa" e como tal, "foi presa". Sobre o que realmente se passou nesta altura, o responsavel afirma que "a Historia é muito cruel e muito dura", considerando que" não vale a pena falar em bons e maus. "O tratamento dado às pessoas foi brutal e cruel. De ambos os lados", disse Foi esse tratamento cruel que José Reis, josé Fuso e Jorge Fernades contaram à Imprensa, e a que foram submetidos precisamente por recusarem dizer que eram portugueses. José Reis estve preso mais de dois anos. detido a 30 de Maio, tinha 22 anos. Foi espancado, torturado e todos os dias pensava que ia morrer. Esteve com mais dez colegas, todos nus, num patio nas instalações da policia de segurança do Estado (DISA), prestes a ser fuzilados. Foram salvos pelo director-geral, Ludy Kissassunde, que deu ordem para que os levassem para a cadeia de São Paulo, em luanda. Seguiram-se mais seis meses de horror. "Ouviamos os outros a serem torturados. Todas as noites levavam pessoas que regressavam mais mortos que vivas. Alguns não regressavam", recorda. "Um dia chamaram-me à noite, disseram-me para assinar um documento a afirmar que era português e deixavam-me sair de Angola. Recusei", diz com orgulho. A mulher, portuguêsa, foi expulsa de Angola e a sua casa ocupada por um chefe da DISA. "Acabei por vê-lo mais tarde com os meus sapatos calçados", recorda. Em Janeiro de 1978 foi transferido para um "campo de recuperação". "Foi horrivel porque apesar de estar ao ar livre, sem grades, a pressão psicologica era terrivel", diz. José Reis foi inicialmente condenado à pena de morte, depois comutada para 24 anos de cadeia. Nunca foi julgado e saiu ao fim de quase dois anos e meio. Deixou Angola quatro meses depois por se sentir ainda "perseguido". Nunca mais voltou. Jorge Fernandes foi preso no mesmo dia. Na cadeia, foi torturado e espancado durante um dia e meio. Ainda hoje tem problemas no ouvido esquerdo. O episodio que recorda com maior màgoa foi a forma como o informaram da morte do pai, que jà estava em portugal. "Esteraram pelo meu dia de anos para me darem a noticia". José Fuso também fazia parte deste grupo. Tinha 23 anos e era estudantes de economia. Nunca foi acusado de nada e diz: "Se cometi algum crime foi o de opinião politica". Hà muitas coisas de que não se lembra, "uma forma de defesa para tentar apagar certas situações que se passaram". A filha nasceu enquanto esteve preso. Diz que soube o sexo da criança "através de panos cor-de-rosa" que amigos lhe mostraram de fora da cadeia. Das torturas, recorda que foi "levado para uma sala" e "interrogado enquanto um amigo pessoal estava a ser ameaçado com choques eléctricos nos orgãos genitais". Ainda tem marcas na cabeça das pancadas que levou. Recorda que muitos presos "eram levados à noite, em ambulâncias, que regressavam no dia seguinte, vazias, e sujas de sangue". Foi libertado a 17 de Agosto de 1979. Guarda "religiosamente" o mandado de soltura. Veio para Portugal em 1983 e nunca mais voltou a Angola. Estes três sobreviventes formaram hà três anos a Associação 27 de Maio, com um site onde podem ser deixados testemunhos. Reconhecem que não teve grande sucesso "porque as pessoas ainda têm medo de falar". No entanto, o site serve pelo menos para partilha de informação. "Dà para juntar uma ponta daqui, outra dali e chegar a algumas conclusões". Todos os anos lançam iniciativas para recordar a data e até jà escreveram uma carta aberta ao Presidente angolano, mas nunca tiveram respostas. Este ano, não vão fazer nada. Porque assinalar 29, 30 ou 31 anos é a mesma coisa. A Imprensa contactou fonte da Presidência angolana, que não fez qualquer comentario sobre o assunto e um responsavel do MPLA remeteu para "mais tarde" uma posição, que não foi possivel obter em tempo util. Numa declaração oficial, aquando dos 25 anos do 27 de Maio, o Bureau Politico do MPLA não usa a expressão "golpe de Estado", mas refere-se apenas aos "acontecimentos" motivados pela "atitude de alguns dos seus militantes que (.) conduziram uma acção de contestação aos orgãos de direcção do partido e do Estado, utilizando componentes de vviolência com excessos visiveis". Na altura, o MPLA considerou que estava "virada mais esta pàgina" da Historia de Angola. "Devemos assumir o compromisso, perante o povo angolano e o mundo de tudo fazermos para que Angola seja a patria da liberdade, da tolerância, da democracia e da justiça". 27 de Maio de 2007, 12:55
le 26/05/2007 à 22:43 :
Manifestação de Bruxelas, A Manifestação contra a degradação de Angola em Bruxelas esta prevista para o Sabado dia 1 de Julho de 2007 e marcada por uma confêrência de imprensa que tera o inicio as 10h30 do mesmo dia no IPC- International Press Center. Este foi a informação que foi concedida pelo Movimento de quadros angolanos de Benelux, criado pelos respectivos quadros angolanos que participaram numa reunião que teve lugar hoje dia 26 de Maio de 2007 em Bruxelas. Esses quadros angolanos reunidos nesta primeira sessão extraordinaria, decidiram unir todos os angolanos de diaspora para contestar a degradação de Angola e contra o regime de Luanda. Por mais informações: quadrosangolanosbenelux@hotmail.com
le 25/05/2007 à 00:15 :
Bruxelas O Calendario das manifestações da Bélgica, so sera divulgado depois do encontro dos organizadores que tera lugar em Bruxelas. Os organizadores, vão analizar a estratégia, os mecânismos susciptiveis para a realização das respectivas. Portanto, não queremos contrariar a data publicada ja em varios sites, mas sim queremos organizar-as duma forma objectiva e não passiva. Neste caso, pedimos a todos filhos e amigos desta Patria de poder mobilizar e sensibilizar a totalidade de massa angolana residente no ocidente, para que essas acções marcam um grande sucesso e transformam a politica angolana. VIVA ANGOLA UNIDA Contactos:comunidadeangolanadabelgica@hotmail.com
le 24/05/2007 à 17:55 :
Toronto Enfim o governo do Ottawa veio dar a luz verde aos angolanos daquela cidade de poderem exprimir o seu descontentamento no que diz respeito a degradação de Angola em todos aspectos. A manifestação dos angolanos naquela cidade tera assim lugar no sabado dia 26 de Maio de 2007 apartir das 9h00 para terminar as 17h00 segundo as autoridades competentes. Por isso esta colectiva, chama todos angolanos residentes naquele pais, para poderem ajuntar-se naquela cidade na data prevista. VÊM SALVAGUARDAR A NACÃO QUE NUNCA MAIS EXISTIU VIVA ANGOLA UNIDA VIVA A PAZ VIVA A LIBERDADE VIVA A DEMOCRACIA UNIDOS VENCEREMOS
le 21/05/2007 à 13:46 :
Paris - A "Praça dos Direitos humanos" em Paris foi inundado de angolanos residentes em varios paises europeus, franceses e africanos todos solidarios contra a degradação socio-politico e economico em Angola. O porta-voz desta ala organizador destas manifestação o Sr. Domingos Mulemba disse, terem ja preparados e conscientes que "membros de (SIE) ao serviço do JES e representantes da embaixada angolana estariam là infiltrados. Domingos Mulemba porta voz do colectivo, acrescentou que, acto foi um grande sucesso e ademais testemunhando por varios orgãos de comunicação social. Portanto o colectivo esta preparar-se para a eventual segunda ronda das suas acções em colaboração com as associações angolanas espalhadas por todo o mundo. Secretario do MPDA p/info
le 21/05/2007 à 03:52 :
Bruxelas Uma delegação do MPLA (SIE), tenta travar as iniciativas pacificas dos angolanos da Bélgica, mas a comunidade angolana do reino declarou estar pronto a derrubar até a Embaixada angolana até os proximos dias.
le 21/05/2007 à 03:49 :
Bruxelas As manifestações dos angolanos de diaspora correram com grande sucesso e ainda foram anunciadas varias acções do mesmo genero em varios paises europeus, entre os quais a Bélgica, França, Alemanhâ até em Iraque e afganistão declarou o comité conjunto (organizador) das respectivas manifestação. Secretario do MPDA p/info

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