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15 DE MARCO DE 1961

O inicio da luta armada

 Bruxelas -Os membros simpatizantes da FNLA - frente de libertação nacional de Angola, reunidos pela ocasião do 47° aniversàrio do inicio da luta armada travada pelo movimento dirigido antes pelo Alvaro Holden Roberto em angola, lançaram um apelo aberto ao governo angolano pela falta de transparência e consideração, nos assuntos relacionados a historia de Angola. 

Os representantes, membros simpatizantes e amigos desta formação politica, reunidos em bruxelas no dia 15 de Março de 2008, lamentaram com o comportamente do governo de Luanda, por ter ignorado por completo esta data muito importante e que marcou a historia cntemporânea angolana e que ainda os portuguesas consideram como a data do inicio da opressão angolana contra a colonia.

Cinco séculos da colonização portuguesa induiram a vida dos angolanos em diferentes dificuldades paralelos da historia colonial. Alguns anos apos, surgiram os movimentos de libertação de Angola, nomeadamente a UPNA - união ds populações do norte de Angola criada em 1954, para aquele que deveria legitimamente ser o rei do Kongo em 1956, Barros Nekaka, que tornou em 1958 UPA - união das populações de Angola, movimento que teve a origem da inserreição armada lançada ao norte de Angola em 15 de Março de 1961. Desde 1958, Holden Roberto o seu presidente que viveu no Congo-belgo, tinha entrado em contacto com os lideres nacionalistas africanos. A sua concepção de luta armada estava directamente inspirada do modelo ideologico que veiculou a guerra da Algéria, tal que Frantz Fanon (autor dos danos da terra) que Holden Roberto conhecia melhor, que lhe tinha popularizado. Não somente, mas também sob egide do (American Committee for Africa).

47 anos são passados desde 15 de Março de 1961, onde as populações do norte de Angola que tinham sido expusos ao Congo-belgo as autoridades coloniais, por terem realmente participado aos inventos du 4 de Janeiro de 1959, sob a bandeira de ABAKO - alinça dos bakongos) e cercaram de tal maneira, todas as lojas pertencidas aos portuguesas, uma acção levada acabo sob egide de uma ajuda sem reserva das massas populares a rebelhão armada "a unica" que geria naquela época um verdadeiro confronto armado: a guerra de libertação dos povos da actual Angola tinha desencadiada.

Uma boa parte dos combatentes  tinham jà infiltratrados nos bairros de Luanda, com o objectivo de participar a revolta de 4 d Fevereiro de 1974, controlada e estufada posterioramente as autoridades portuguesas. Este "Virus", infectou progressivamente o conjunto de todos os paises colonizados pelo Portugal em Africa. Provocada posterioramente uma grande abertura no seio do colonialismo português.

Quando os outros demonstravam o seu pragmàtismo revolucionàrio no terreno, o MPLA encontrava-se ainda perdido no deserto. Naquele preciso momento, o MPLA encontrava-se na manada de bois, fazendo adesão e fondava com as organizações politicas "flokloricas" tais como: o MAC "Lisboa 1957", a FRAIN "Accra 1960", e o CONCP "Rabbat 1960-61".

A sua chegada tardiamente no ex-Léopoldville (actual Kinshasa) em 1962, o seu veiculo de creolos e mbundu encontrava-se jà dividida em tendências, tinha de mesma força procurado entrar em contacto com as massas populares que tinham refugiado as atrocidades da opressão colonial.

Os autores do 25 de Abril de 1974, conscientes da " anemia" e da economia do seu pais, mas sobre tudo da sua incapacidade em travar o avanço da guerra libertadora que nas colonias africanas transformaram num autêntico " consumador" de vidas humanas e materiais, os jovens oficiais portuguesas, decidiram romper o governo fascista do pr. Marcelo Caêtano, fiél continuidor do Salazarismo que tinha confinado os portuguesas durante quase 50 anos em silêncio e no esilio.

Foi assim o inicio de abolição do império fascista português em Africa. Alguns anos apos, libertam todas as 5 provincias ultramarinos da opressivametropolo Salazarista.

15 de Março de 1961, origem dos cravos em Portugal que rompeu o regime do pr. dr. Marcelo Caêtano em 25 de Abril de 1974, abre os caminhos e cria as condições para a independência daquela que tornou a cruela republica marxista de Angola, Cabo-verde, Guiné-Bissau, Moçambique  San-Tomé e Principio. Uma data, uma historia, aquela da guerra e da guerrilha.

A historia não se falsifica e se inventa, mas cresce e ainda cresce.

Fonte: MPDA

 

 

 

  

 

 

 

 

 

 

             

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Dernière mise à jour de cette rubrique le 25/04/2008
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